Na arte contemporânea, não é difícil encontrar artistas que se expressam artisticamente de formas, digamos, pouco convencionais. E é exatamente isso o que chama a atenção para seus trabalhos. Além disso, outros apostam também na inovação no que diz respeito à produção e à forma como fazem da arte seu trabalho, sua fonte de renda.
Nesse cenário se encaixa perfeitamente o casal de artistas Christo e Jeanne-Claude. Os franceses são conhecidos por “embrulhar coisas”. No início, Christo embrulhava pequenos objetos, que eram vendidos e participavam de exposições. Depois, junto com Jeanne-Claude, o trabalho foi se desenvolvendo até chegar em alguns embrulhos um tanto quanto inesperados. Eles já embrulharam fontes, torres e outros tipos de construções e locais.
Os trabalhos que mais chamam a atenção são o Reichstag, em Berlim, a Pont Neuf, em Paris, a costa em Little Bay, na Austrália e as ilhas cercadas em Miami. O propósito de embrulhar as coisas é fazer intervenções no ambiente, chamando a atenção para coisas que fazem parte da paisagem mas que às vezes nem percebemos ou simplesmente se tornam comuns. Outras intervenções interessantes são os embrulhos das árvores, a cortina num vale em Colorado, no Estados Unidos e os portões no Central Park, em Nova York.
O interessante é a forma como eles ganham por esses trabalhos. O dinheiro vem da venda dos projetos documentados desses grandes embrulhos e de trabalhos mais antigos. Assim, eles não se importam que as pessoas tirem fotos e não pedem nenhum tipo de valor em direitos autorais por isso. Além disso, a execução dos embrulhos é feita por voluntários, que se propõem a participar dos projetos apenas pela arte.
Abaixo seguem algumas fotos dos incríveis trabalhos de Christo e Jeanne-Claude.
Nesse cenário se encaixa perfeitamente o casal de artistas Christo e Jeanne-Claude. Os franceses são conhecidos por “embrulhar coisas”. No início, Christo embrulhava pequenos objetos, que eram vendidos e participavam de exposições. Depois, junto com Jeanne-Claude, o trabalho foi se desenvolvendo até chegar em alguns embrulhos um tanto quanto inesperados. Eles já embrulharam fontes, torres e outros tipos de construções e locais.
Os trabalhos que mais chamam a atenção são o Reichstag, em Berlim, a Pont Neuf, em Paris, a costa em Little Bay, na Austrália e as ilhas cercadas em Miami. O propósito de embrulhar as coisas é fazer intervenções no ambiente, chamando a atenção para coisas que fazem parte da paisagem mas que às vezes nem percebemos ou simplesmente se tornam comuns. Outras intervenções interessantes são os embrulhos das árvores, a cortina num vale em Colorado, no Estados Unidos e os portões no Central Park, em Nova York.
O interessante é a forma como eles ganham por esses trabalhos. O dinheiro vem da venda dos projetos documentados desses grandes embrulhos e de trabalhos mais antigos. Assim, eles não se importam que as pessoas tirem fotos e não pedem nenhum tipo de valor em direitos autorais por isso. Além disso, a execução dos embrulhos é feita por voluntários, que se propõem a participar dos projetos apenas pela arte.
Abaixo seguem algumas fotos dos incríveis trabalhos de Christo e Jeanne-Claude.
Christo and Jeanne-ClaudeWrapped Reichstag, Berlin 1971-95
Photo: Wolfgang Volz
©1995 Christo

Christo and Jeanne-Claude
The Pont Neuf Wrapped, Paris 1975-85
Photo: Wolfgang Volz
©1985 Christo
Christo and Jeanne-Claude
Surrounded Islands, Miami, Florida 1980-83
Photo: Wolfgang Volz
©1983 Christo
Mais informações no site http://www.christojeanneclaude.net/index.shtml .
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